Oi moçada;
A duas semanas recebi uma notícia legal, um amigo meu dos "States" está em recife e irá fazer um workshop de bateria. Será na livraria Cultura, Recife Antigo 16horas do dia 16/06 (é seis que só a morrinha).
Ele possui uma coisa que vem acontecendo muito com os bateras de hoje, que é agregar instrumentos de percussão a sua roupagem musical, ou seja, além de tocar bateria ele ainda toca alguns instrumentos de percussão. Acho isso muito importante, até pq eu também tenho essa vivência, isso nos traz uma versatilidade e também nos mostra como esse ritmo era tocado antes de ir para a bateria, nos conscientizando do que fica legal e dentro do contexto no momento em que estamos criando.
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/eventos/resenha.asp?nevento=22530&uid
Espero vcs lá, OK?
Marivaldo Lima
quinta-feira, 9 de junho de 2011
sábado, 9 de outubro de 2010
Orquestra percussiva do Maracatu.
Bom pessoal, nessa postagem você vai conhecer um pouco do universo percussivo de uma manifestação folclórica bem popular hoje em Pernambuco: Maracatu.
O primeiro instrumento que eu gostaria de apresentar é o Gonguê. Esse tem uma papel interessante no ritmo de Maracatu e segue o mesmo princípio de muitas outras manifestações em que envolve ritmo, a marcação.Ou seja, a célula rítmica é repetida conforme o desenvolvimento do baque fazendo o papel de metrônomo para os batuqueiros. Hoje ele continua desenvolvendo esse mesmo papel mas com um pequeno acréscimo de algumas variações conforme o decorrer da toada ou ritmo.
Grupos de Percussão:
Com o aparecimento de Grupos Percussivos que envolve o ritmo de Maracatu, o gonguê foi sendo substituído por um instrumento similar, o Agagô, fazendo a mesma célula mas com maiores possibilidades sonoras, tendo em vista que o Agagô tem duas campânas e o gonguê uma. Na minha opinião essa substituição foi pelo fator versatilidade, já que no grupo de percussão o agogô pode ser utilizado também no ritmo de Afoxé e outros.
É importante lembrar que essa substituição foi feita apenas para grupos de percussão, ou seja, numa Nação de Maracatu o instrumento ultilizado é o Gonguê.
Espero que vocês gostem, no decorrer da semana eu falo um pouco mais sobre esse instrumento.
Comentem, opinem e discutam.
Att;
Marivaldo Lima
O primeiro instrumento que eu gostaria de apresentar é o Gonguê. Esse tem uma papel interessante no ritmo de Maracatu e segue o mesmo princípio de muitas outras manifestações em que envolve ritmo, a marcação.Ou seja, a célula rítmica é repetida conforme o desenvolvimento do baque fazendo o papel de metrônomo para os batuqueiros. Hoje ele continua desenvolvendo esse mesmo papel mas com um pequeno acréscimo de algumas variações conforme o decorrer da toada ou ritmo.
Grupos de Percussão:
Com o aparecimento de Grupos Percussivos que envolve o ritmo de Maracatu, o gonguê foi sendo substituído por um instrumento similar, o Agagô, fazendo a mesma célula mas com maiores possibilidades sonoras, tendo em vista que o Agagô tem duas campânas e o gonguê uma. Na minha opinião essa substituição foi pelo fator versatilidade, já que no grupo de percussão o agogô pode ser utilizado também no ritmo de Afoxé e outros.
É importante lembrar que essa substituição foi feita apenas para grupos de percussão, ou seja, numa Nação de Maracatu o instrumento ultilizado é o Gonguê.
Espero que vocês gostem, no decorrer da semana eu falo um pouco mais sobre esse instrumento.
Comentem, opinem e discutam.
Att;
Marivaldo Lima
domingo, 3 de outubro de 2010
“Musica é vida!”. Diz Marivaldo José de Lima Neto, jovem pernambucano que desde cedo despertou sua sensibilidade para musicalidade existente no mundo.
Nascido no bairro de Peixinhos, em Olinda, foi incentivado pela mãe, aos doze anos, a dar seus primeiros passos na estrada da música, conselho que seguiu seguramente e ingressou na escola Cônego Jonas Taurino – escola da sua comunidade – onde teve a oportunidade de fazer um curso com Professor Geraldo Santos (2008) – grande baterista e um dos motivadores de Marivaldo pelo seu estilo particular de criação musical.
Com Geraldo Santos, Marivaldo aprendeu a traduzir a linguagem rítmica da música e a utilizar algumas técnicas, aprendendo dos doze aos quinze os ritmos da cultura popular. Técnicas e linguagens as quais, no futuro, iria aprimorar e adaptar para sua realidade como criador.
Renovado pelos sons advindos dos chamados instrumentos de percussão rústicos Marivaldo dá um novo sentido a sua maneira de ver, viver e fazer música. Maracatu, Coco, Afoxé, Frevo, Ciranda, Caboclinho e Forró, ritmos os quais já faziam parte do seu “Cardápio Musical”, agora ganham uma nova roupagem com inserção dos instrumentos de percussão.
Em 2006 conhece mestre Naná – fundador e mestre de bateria da escola de Samba Galeria do Ritmo – com o qual aprendeu a levada do samba enredo e de terreiro, gravando mais tarde, em 2008, um DVD do desfile do carnaval.
Participou nos anos de 2006, 2007, 2008 e 2009 ministrando aulas para franceses, alemães e norte americanos no projeto do Corpos Percussivos.
Visitando os terreiros para tocar Maracatu e Samba, Marivaldo fica Maravilhado pela maneira com a qual eram desenvolvidos os ritmos. Ele também descobriu um universo muito trabalhado por ele atualmente: o universo empírico.
Após algumas visitas em terreiros junto com Claudio participando dos toques, Marivaldo decide fazer uma parceria com o amigo, trabalhando em projetos futuros, dentro da linha da cultura popular.
| Adicionar legenda |

Apesar de muito atarefado, Marivaldo não esquece seu compromisso com a cultura popular e entra no grupo de coco do mestre Zé Lasca Vara, fazendo os arranjos e tocando Pandeiro.
Atualmente concilia uma bateria de atividades musicais, com as aulas que ministra no projeto social, objetivando, através da passagem de conhecimento, a expansão das expressões musicais existentes na cultura pernambucana. O que lhe trás um sentimento de imortalidade de seu grande amor – A Música.
Assinar:
Postagens (Atom)
